dripping

Gostaria de escrever um texto que dissesse as diversas veias oníricas de meus textos, os processos cognitivos de minha linguagem automática. Questionar a existência do algo fora de meu ser atemporal. Um crítico talvez comportasse os contextos de minha construção. Mas, não consigo conceber o tempo de meus discursos, por isso, durmo. Talvez construa uma idéia sobre leituras, sejam elas, pessoais ou linguagem pura. Em meus sonhos nada dura.

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