Olhar Dois Disso (I)
Arraiada Cosmos Mestre Se Calada Depressa Morto.
Cada De Ilegmvel Onirismo Riu Sumno Osso.
Ca De Espinhento Morto Soturno Sono Nossos Nu.
Obcecador Nodoso Mulher Sino
Desnaturalidade Medonho Feio Mesmo Penso.
Assarapantar Imundice Gente Neve Me Da Desespero Podre Visto.
Caca Espelho Nmquel Ritmo Tom Nos Espia Negro Ovo.
Mescla Sonho Rito Cavalete Psique Pronome Gnomo.
Ressentimento Eh Ponto O;
Frente Erotismo Pleno; Medigco Menos Sino Rosto.
Ectoplasma Amplo Se Eu.
Descabidamente Ego Possuir Psiu Sono Susto.
Desacobardar Fundido Semnome Neste Nem Pops.
Agambarcar Aspas Somar Smmio Mono.
Desengano Anzol Toque Nulo.
Palposdearanha Gnose Quem Toque Eu?
*Anagrama do poema Da íris dos olhos (I).
Da íris dos olhos (I)
As recordações mais remotas estão marcadas pela dor.
O amor é um relógio medindo suaves silêncios.
Noto seus ponteiros contornando meus sonhos.
Acordo encobrindo os olhos.
O tédio mundano e os espelhos em nada diferem.
Nunca estive na imagem representada por estes pedaços de vidro.
Narciso tem olhos que contemplam o apego inverso.
Tenho, somente, ponteiros;
Ponteiros não refletem.
Ponteiros são escuros; são como gemidos internos.
Escuto palmas em apelo.
Escuto débeis passos guiando ponteiros.
Dançando funebremente em compassos perdidos.
Sombras, para mim, são como anagramas.
Na luz são algo que não entendo.
A quem se pergunta quando ao espelho?






Deixe seu recado